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Crystal Lagoons, innovación chilena que reduce la contaminación y consumo de agua en procesos industriales

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Energías Renovables y Medioambiente en Chile

Digital Sustainability’s insight:

A um baixo custo, esta inovação reduz a poluição e gera economias significativas no consumo de água em processos industriais.A tecnologia dá viabilidade nichos industriais econômicas até agora presos.A inovação foi patenteada por Green programa Fast Track dos Estados Unidos, que permite um processamento rápido de grandes inovações de impacto ecológico.De todos os pedidos de patente dos EUA 1500 apenas 1 foi adotado por este programa.

Cristal Lagoas Corp obteve uma nova patente em os EUA para um dos seus sistemas industriais, o que aumenta a patente obtida em fevereiro passado em processo de resfriamento industrial. Desta forma, eles são duas inovações chilenos da empresa, um pioneiro, patente receber tratamento preferencial, nos Estados Unidos, por sua grande impacto ecológico.



A nova patente é um sistema sustentável para “tratar água de processo industrial de baixo custo.” Patenteamento em tempo recorde foi protegido pelo United States Patent and Trademark Office (USPTO), por meio do programa fast track para as tecnologias verdes, que disse departamento implementado entre 2009 e 2012, durante o qual cada um recebeu 1.500 pedidos de patentes em os EUA apenas 1 foi aprovado para este programa. Cristal Lagoas correu em agosto de 2011 para este programa seletiva examina apenas as tecnologias que constituem uma verdadeira contribuição para o meio ambiente mundial, como a redução de gases de efeito estufa, a qualidade ambiental, conservação de energia e desenvolvimento de recursos de energia renovável. ”Estes novos patente reconhece a nossa contribuição ambiental.Há muito poucos que aceitaram este programa. De fato, em 1500 pedidos recebidos de patentes dos EUA apenas 1 foi adotado por este programa. Com isso, total de duas patentes industriais no país, o que aumenta o patenteamento de nossa brechas uso recreativo, consolidando Cristal Lagoas inovação em os EUA “, disse Kevin P. Morgan, CEO do Crystal Lagoas. Após a aprovação dos EUA, programas de inovação é automaticamente patente expedida Patenteamento o Gabinete da UE, que inclui os 30 países que compõem a comunidade, assim como a Rússia, Israel, China, Japão, Singapura, Taiwan, Coreia do Sul, Austrália, Canadá, México e Colômbia.

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Waste water recycling project will reduce ground water extraction (“leave potable H2O for drinking”)

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A €22 million water polishing project will produce some seven million cubic metres of recycled drainage water for industry and agriculture by 2015, Energy and Water Minister Konrad Mizzi said this morning.

Dr Mizzi said this project would be extended to the water recycling plants in Gozo, and in the south of Malta.

The Water Services Corporation  will install a distribution infrastructure from the sewage treatment plants to a number of strategic locations in Malta and Gozo, where there is a concentration of agricultural activity.

The water will then be taken to the fields by bowser.

The project is being carried out by the Water Services Corporation and funded in the most part by the European Structural Fund. 

Dr Mizzi said the main aim of the project was to reduce the amount of water extracted from the water table.


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Que tal abastecer seu carro com água do mar?

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Cientistas da Universidade de Wollongong, na Austrália, desenvolveram uma nova maneira de transformar água do mar em hidrogênio, uma fonte de combustível sustentável, limpa e ilimitada.

Digital Sustainability’s insight:

Cinco litros da água do mar são suficientes para abastecer uma casa de tamanho médio e um carro elétrico por dia. A afirmação parece inimaginável, não é mesmo? Mas cientistas da Universidade de Wollongong, na Austrália, desenvolveram uma nova maneira de transformar água do mar em hidrogênio, uma fonte de combustível sustentável, limpa e ilimitada.

A equipe de pesquisa do Centro de Ciências de Materiais Elétricos desenvolveu um catalisador que, com ajuda da luz, ativa a oxidação da água, o primeiro passo para a separação da água do mar para produzir hidrogênio combustível.


Uma das principais limitações das tecnologias atuais é que o processo de oxidação demanda mais energia de entrada do que realmente produz de combustível. A utilização de água do mar abundante tem ainda outro inconveniente como subproduto: o gás cloro venenoso.

A meta é produzir uma quantidade maior possível de hidrogênio com um consumo menor de eletricidade.

Mas a equipe liderada pelos professorres Ju Chen e Gerry Swiegers produziu uma clorofila artificial em um filme plástico condutor que atua como um catalisador para iniciar a separação da água. A meta é produzir uma quantidade maior possível de hidrogênio com um consumo menor de eletricidade.

Descobertas e tecnologias

O polímero flexível permitiria uma ampla gama de aplicações. “O sistema que criamos, incluindo os materiais, nos dá a oportunidade de projetar vários dispositivos e aplicações que utilizam a água do mar como fonte de produção de energia”, explicou o professor Ju Chen à revista Chemical Science. “A natureza flexível do material também proporciona a possibilidade de construir dispositivos portáteis produtores de hidrogênio.”

Gordon Wallace, outro pesquisador concordou com o colega: “No mundo de hoje a descoberta de materiais de alto desempenho não é suficiente. Isso deve ser conjugada com a fabricação inovadora para fornecer dispositivos de alto desempenho prático e este trabalho é um excelente exemplo disso”.

 

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Lâmpadas solares brasileiras iluminam recantos do mundo

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Garrafa plástica, água e cloro: materiais simples têm garantido uma rotina com mais luz para famílias carentes de todo o mundo. A economia na conta de energia pode chegar a 40%.

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Garrafa plástica, água e cloro: materiais simples têm garantido uma rotina com mais luz para famílias carentes de todo o mundo. A economia na conta de energia pode chegar a 40%.

As lâmpadas de garrafa pet nasceram no Brasil, criadas na oficina do mecânico Alfredo Moser, que buscava uma saída para o apagão que ameaçava o país em 2001. Desde então, a técnica simples tem iluminado a vida de muita gente mundo afora.

A ideia chegou às Filipinas pelo trabalho da Fundação My Shelter, que desenvolve o projeto Liter of Light – litro de luz, em português. Milhares de famílias têm mais iluminação para as tarefas diárias, e com o dinheiro que economizam todos os meses em energia, podem comprar mais comida e viver melhor.

Em entrevista ao Futurando, o presidente da fundação, Illac Diaz (à direita na foto), falou sobre a ponte entre o Brasil e as Filipinas e como uma ideia se transformou em benefício para tanta gente.

DW Brasil: Como a fundação começou a usar as garrafas de plástico para iluminar ambientes em comunidades carentes nas Filipinas?

Illac Diaz: Nós tivemos um grande problema aqui, com uma grande tempestade que destruiu muitas salas de aula. De fato, 2,5 mil salas de aula foram destruídas. O que a fundação tentou fazer foi descobrir como poderia ajudar o governo local a reconstruir essas salas de aula. Começamos a experimentar com o que havia disponível. [O desafio era] como construir tanto com um orçamento tão restrito. Então começamos a usar garrafas plásticas, as enchemos de água e fizemos paredes temporárias. Com isso conseguíamos bloquear o vento, ao mesmo tempo em que servia como um reparo temporário. Com o nascer do sol, percebemos que a luz entrava e ficamos bastante inspirados com isso. E foi dessa maneira que começamos a usar garrafas plásticas na horizontal.

O senhor já ouviu falar em Alfredo Moser, o mecânico brasileiro que criou essas lâmpadas de garrafa pet?

Na época em que estávamos experimentando usar as garrafas como parte da parede dessas salas de aula, um de nossos pesquisadores encontrou um website que mostrava que o senhor Alfredo Moser já estava usando garrafas como forma de luz no Brasil. Nós usamos essa tecnologia como ponto de partida aqui. Em nosso site, em todo o nosso material, creditamos a ideia a Alfredo Moser. Descobrimos que ele já tinha feito isso em 2001.

Como se deu essa ponte entre o Brasil e as Filipinas, fazendo com que a ideia simples que Alfredo Moser teve na garagem de casa ganhasse o mundo?

Houve uma revolução desde que o senhor Alfredo Moser pendurou a primeira garrafa plástica no telhado. Naquela época, o trabalho das ONGs era ir de vilarejo em vilarejo para instalar essas lâmpadas solares. Com a internet, o modelo é completamente diferente. Nós ensinamos como construir e instalar as lâmpadas na internet e divulgamos isso ao redor do mundo. E a ideia não veio apenas do Brasil para as Filipinas, já se espalhou por 50 países. Estamos falando em 350 mil casas iluminadas em apenas um ano. A forma como a informação se espalha graças às novas tecnologias tem permitido um grande impacto na humanidade, especialmente entre as pessoas que mais precisam.


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The Green league 2013: People and Planet rank universities’ green credentials

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In their Green League 2013, People and Planet find Manchester Metropolitan comes top for its green credentials while investment choices see Oxford University fail to deliver.

Digital Sustainability’s insight:

Manchester Metropolitan University has been confirmed as the UK’s greenest university, after topping the 2013 People and Planet Green League – the UK’s most comprehensive ranking of UK educational institutions.

Manchester Met jumped 9 places on last years ranking, after seeing continued improvement year-on-year since it failed the organisation’s first green league in 2007.

Plymouth came out second, for the second year running, while Bangor topped the Welsh list and Edinburgh Napier the Scottish ranking. Gloucester, Brighton and Worcester were all also in the top 5.

Overall People and Planet say the results were excellent showing the success of student-led campaigns to green universities, as well as sector wide reduction targets and the growing number of university Vice-Chancellors who are committed to tackling climate change.

The results also show UK universities are doing more to improve graduate prospects by preparing them for the future low-carbon economy and increasing their focus on sustainability in their curriculum.

47% of universities gained full points for integrating sustainability into their course structure, compared to just 27% just two years ago.

But not all is good news. People and Planet say universities are still failing to make the connection between their own academics’ research on climate change and partnerships and investment they have with fossil fuel companies.

In May 2013, for example, the University of Oxford announced a £5.9 million partnership between their Earth Sciences department and Shell, supporting research into new techniques for extracting dirty fossil fuels.

In response, students from the university launched a Fossil Free Oxford campaign aimed at severing the links between their institution and the fossil fuel industry. Oxford University failed this year’s Green League.

In total only 8 of the 143 universities ranked scored full marks for their ethical investment.

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